INDESCRENTE DA MENTE
eu tinha
vidros moídos nos meus olhos,
carregava toneladas de paralelepiPedros
no oco da alma
cheia de Tiagonia
e sofria
profanando o improfanável.
e não discernia
que tudo na religião era efemero,
como,por exemplo,
este sabonete lux
que tu esfrega
prazerosamente
na tabaquinha !
mas um dia,
masturbei a minha mente
nos dias inúteis nu
ma viagem solitária
de metáforas
acordei o verdadeiro
indescrente
da minha mente !
do livro
O Evangelium Indescrente
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