A CRENTEIRA I
a conheci
num culto religioso gospel,
era uma jovem senhora
com uma fé enferrujada.
fiel,
se dizia uma crente prafrentex
de uma seita evangélica de duralex.
despojada na maneira de falar,
me arrosta ávida por sexo
a queima roupa
e me diz que está louca pra transar comigo
e eu
com febre com muita febre e fome
aceito o convite
protestante
incrivelmente provocante
e o meu duro membro irônico
delira & vibra
dentro da igrejinha crenteira
que geme & chora!
sabendo
que amor não há
e só sexo e nada mais!
amém
do livro
Inloventário Poético !
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